2.18.2009

Para Além... Dos Galardões Musicais...



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Para Além... Dos Galardões
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Musicais...

...Álbum de Solidariedade...


"War Child: Heroes" reúne a "nata" da pop.
"War Child: Heroes", álbum de beneficiência da organização War Child, é editado esta semana no mercado português e inclui artistas como Beck, Duffy e Franz Ferdinand a recriar temas originais de Bob Dylan, Wings e Blondie, entre outros. O valor das vendas do álbum reverte a favor da War Child, uma organização de apoio a crianças que se encontram em cenários de guerra. (Lusa/siconline)


O disco, de 15 faixas, inclui artistas contemporâneos como Scissor Sisters, Rufus Wainwright, Yeah Yeah Yeahs, Hot Chip e Lily Allen a recriar temas originais de David Bowie, The Clash, U2, Bruce Springsteen e Ramones, entre outros. "War Child: Heroes" é descrito pela organização como "uma colaboração sem precedentes entre as mais celebradas lendas da música e os melhores artistas contemporâneos", sendo de notar que foram os próprios autores das canções a escolher os artistas para cada um dos seus temas. O norte-americano Beck foi escolhido por Bob Dylan para gravar uma versão de "Leopard-Skin Pill-Box Hat", tema do álbum de 1966 "Blonde on Blonde". A galesa Duffy, por sua vez, recria "Live and Let Die", original dos Wings, grupo do ex-Beatle Paul McCartney. Os Franz Ferdinand, que recentemente editaram o seu terceiro álbum "Tonight", gravaram uma versão de "Call Me", tema original dos Blondie. "War Child: Heroes" alinha ainda a cantora Lily Allen com o músico Mick Jones, dos The Clash, numa nova adaptação para o tema "Straight to Hell", do famoso grupo punk.



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2.15.2009

Para Além... De "Plano Nacional De Leitura"...

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Para Além... De "Plano Nacional .

De Leitura"...

Correntes D'Escritas _ Edição 10 Anos...




Correntes d’Escritas – dez anos a falar a língua da escrita, entre amigos.
Póvoa de Varzim, 14.02.2009 - Terminou a décima edição do Correntes d’Escritas, com a habitual entrega dos prémios literários.

Mas o que é o Correntes d’Escritas, para onde vai?
Sendo este o ano dez do Correntes, o balanço parece ser mais do que propício e melhor do que ninguém para o fazer, são os próprios escritores participantes que o vivem intensamente e fazem parte dele.
Manuel Rui, angolano, e Onésimo Teotónio Almeida, português, assistiram ao nascimento do Correntes d’Escritas, em 1999. Assistiram e participaram. “O primeiro encontro foi uma festa, um encantamento criado pela magia das palavras de gente que só sabe contar histórias”, recordou Onésimo Teotónio Almeida. E deste espaço que junta escritores vindos de todo o mundo ibérico renasce, todos os anos, “um encontro de afectos, de conhecimento, de aperfeiçoamento da nossa escrita”, nas palavras de Manuel Rui.
José Mário Silva, que até à nona edição assistiu ao Correntes “do lado de fora”, enquanto jornalista, participou este ano pela primeira vez como convidado. Considera o Correntes d’Escritas “um acontecimento único em Portugal e não apenas na área da literatura, também na área cultural. É excepcional pela qualidade dos participantes e da organização.” Já Fernando Pinto do Amaral, que participou pela terceira vez, refere “a possibilidade de estar junto dos vários intervenientes do livro. Não só com escritores, mas também com editores, jornalistas”, adquirindo assim o Encontro um espírito mais aberto.
“Uma percepção extraordinária. É o melhor encontro a que assisti na vida e assisti a muitos”, afirmou o chileno Bruno Serrano, também a participar pela primeira vez. “É uma proposta cultural com um grande respeito pelos escritores e escritoras, que valoriza profundamente a literatura”. Já António Cícero vê no Correntes “uma característica muito interessante porque normalmente este tipo de encontros têm uma vertente muito académica e este não.” E Aurelino Costa, que não tendo participado desde a primeira edição, já perdeu a conta aos anos em que participa dá outra definição do Correntes, “é um movimento de encontro em substância de vários escritores, com obras diversas, ideias diversas, que penso purgarem por um mínimo exigível de criação onde se encontram os ‘resíduos’ da não-repetição.”

Vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, com a obra A Moeda do Tempo, Gastão Cruz ficou impressionado “com a dimensão e dinâmica do Encontro”, pela adesão de uma audiência “tão vasta.” Fernando Pinto do Amaral referiu também a variedade do programa, “único e muito diversificado.”
Das mesas de debate ao lançamento de livros, das sessões de poesia ao cinema, ao teatro, à música. Tudo isto conviveu durante quatro dias na Póvoa, ou, como diz Onésimo Teotónio de Almeida, “dias intensos numa festa de palavras”, numa experiência que só pode ser vivida “in loco.” Eucanãa Ferraz considera que “o principal é o trabalho com as escolas. Trabalhar para formar novos públicos. Repare, são dez anos de Correntes d’Escritas. Alguém que tenha assistido há dez anos numa escola, pode estar a assistir hoje no Auditório. E daqui por outros dez anos pode ser já escritor.”
E o futuro do Correntes, qual é? Pode melhorar, não deve mudar? “O que é fundamental é que o Correntes não perca a sua identidade”, diz José Mário Silva, identidade essa que passa por um espaço de coesão, de diálogo e de articulação. “O receio é que o Correntes cresça demais e se torne tão grande que este espírito desapareça”, continua. “Décimo aniversário representa um limite, tendo em conta as características da cidade e até do Auditório Municipal. Por isso, não deve crescer mais, corre o risco de perder o encanto.” Já Fernando Pinto do Amaral acha que “é sempre possível melhorar, mas o Correntes d’Escritas encontrou o tom certo.”
E o que levam os escritores para casa, quais os sentimentos que transportam na bagagem? Diz Bruno Serrano que, sendo possível a participação de mais escritores latino-americanos, como do seu Chile natal, “gostaria muito de partilhar com eles o que isto significa para mim. Muitas oportunidades de conhecimento, de vínculo afectivo com outras pessoas, de abertura a outras culturas. Sobretudo de sentir dignificada a profissão de escritor.”
O que é o Correntes d’Escritas? “Venha ver e fica sabendo”, desafia Eucanãa Ferraz. “Todos falam a mesma língua, a língua das escritas.”
Em que acredita? “Acreditamos na força da LITERATURA; acreditamos na força da PALAVRA; acreditamos na força de ESCRITORES e POETAS; acreditamos na força dos LIVROS. Por isso lhes damos ‘guarida’. Por isso, nestas Correntes, todos se tornam ‘tão cúmplices’”, pode ler-se no texto de apresentação do evento no portal municipal. Revisite a edição dez do Correntes d’Escritas, que para o ano volta em Fevereiro.


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2.09.2009

Para Além De... Encontros De Escritores....

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Para Além De... Encontros De
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Escritores....


... Encontros Com As Escritas...

Correntes d’Escritas (Encontro de Autores de Expressão Ibérica)

_teatro inaugura programação, esta noite_
Póvoa de Varzim, 09.02.2009 - Apesar de a abertura oficial decorrer no próximo dia 11, o Correntes d’Escritas arranca hoje, de forma informal, com a apresentação do espectáculo “O Olhar Diagonal das Coisas”, no Novotel Vermar, às 22h00.

Elaborado a partir da poesia de Ana Luísa Amaral, que em 2007 venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa com A Génese do Amor, o espectáculo é trazido a cena pela Assédio - Associação de Ideias Obscuras, pela mão do Varazim Teatro, parceiro da organização do Correntes d’Escritas e responsável pela Temporada Teatral no concelho.
“O Olhar Diagonal das Coisas” resulta da selecção e conjugação de vários textos de Ana Luísa Amaral “mas que não fazem um enredo”, como explica Rosa Martelo, responsável pelo apoio dramatúrgico do espectáculo. Ver e ser visto são os dois sentidos que orientaram a selecção de poemas. Rosa Martelo explica: “Na poesia de Ana Luísa Amaral, a noite é muitas vezes um tempo aberto a múltiplas visitações – memórias, imagens, fantasias, entre a verdade e a imaginação. E ‘o tal olhar diagonal das coisas’, de que nos fala um poema, reúne estes dois sentidos – o de ver e o de ser visto –, sugerindo a nossa relação com as coisas na dupla condição de interiorização e ausência com que nos chegam e nos interpelam. Podemos então pensar nesta poesia como uma arte de transmutação, uma magia absoluta que mostrasse sobre o papel o sem fim da possibilidade, no que se inclui também a falha, a falta – e a busca.”
Com direcção de Nuno Carinhas, “O Olhar Diagonal das Coisas” conta com a interpretação de João Cardoso, Micaela Cardoso, Pedro Frias e Rosa Quiroga. A entrada é gratuita.
Para amanhã, 10 de Fevereiro, e também a partir das 22h00 no Novotel Vermar, está marcado o lançamento de livros e uma sessão de poesia.


Mantenha-se a par do evento em www.cm-pvarzim.pt/go/correntesdescritas

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2.07.2009

Para Aquém... De Traços Culturais Aceitáveis...


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Para Aquém... De Traços Culturais
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Aceitáveis...


... Programa Nacional De Acção...


... Contra Mutilação Genital Feminina

Programa nacional de acção lançado hoje em Lisboa. O lançamento do primeiro programa nacional de acção assinala hoje, em Lisboa, o Dia de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina, praticada em cerca de 140 milhões de mulheres, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). (Lusa/siconline)

"Este programa foi desenvolvido durante o último ano por representantes de vários sectores e contém as directrizes e as medidas gerais para uma actuação a nível nacional" contra a mutilação genital, disse à Agência Lusa Yasmin Gonçalves, da Associação para o Planeamento da Família.
Também conhecida por excisão, esta prática envolve a remoção parcial ou total dos órgãos genitais femininos externos, com lesões que provocam alterações anatómicas, tendo por base razões culturais ou fins não terapêuticos. A OMS identificou a prática de mutilação genital feminina em pelo menos 28 países do continente africano. Portugal é considerado pela OMS um país de risco devido às comunidades de imigrantes, mas Yasmin Gonçalves disse à Agência Lusa não poder confirmar a existência dessa prática no país.
O Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina assinala-se pela segunda vez em Portugal com uma sessão que contará com a presença de representantes do Governo português, da Organização Mundial de Saúde e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. Durante a sessão será ainda apresentada a declaração conjunta das Nações Unidas sobre eliminação da MGF, onde dez agências da ONU se comprometem a promover o abandono da mutilação genital feminina até 2015.


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1.28.2009

Para Além... Do Forum Da Globalização...


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Para Além... Do Fórum
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Da Globalização...


...Alternativa Mais Humanista...


Fórum Social Mundial decorre no Brasil
Amazónia recebe milhares para discutir nova ordem mundial
Movimentos de esquerda, ecologistas, anarquistas, de defesa dos direitos humanos, comunidades indígenas e outros grupos de activistas estão reunidos para discutir a nova ordem mundial no Fórum Social Europeu, em Belém, ná Amazónia (Brasil). O movimento que se propõe ser uma alternativa mais humanista ao Fórum Económico Social (Davos, Suíça) terá a presença de Presidentes da América do Sul.
(Lusa/siconline)

A protecção da floresta da Amazónia foi uma das bandeiras da marcha inaugural.

Cerca de 15 mil pessoas de 130 países integraram, sob chuva torrencial, ontem, a referida marcha, na cidade brasileira de Belém, e que assinalou a abertura do VIII Fórum Social Mundial. Num percurso de seis quilómetros, entre o porto e o centro da cidade, as ruas foram palco de um encontro multiétnico de culturas e crenças diversas dos mais variados pontos do mundo. Movimentos sociais em defesa do meio ambiente, dos direitos humanos, de povos indígenas, da liberdade sexual e contra o massacre de palestinianos em Gaza são apenas algumas das bandeiras levantadas pelos participantes deste Fórum Social, que deverá mobilizar, até 1 de Fevereiro, um número superior a 120 mil pessoas. Milhares de indígenas e activistas de organizações ambientais e dos direitos humanos concentraram-se também, ontem, na cidade para formar uma corrente humana com mensagens a favor da preservação da Amazónia. A iniciativa incluiu cartazes e mensagens de "SOS Amazónia" e "Salve a Amazónia" escritas em três línguas: português, inglês e espanhol. Na corrente humana, além de quilombolas e povos indígenas brasileiros, havia representantes de países da América Latina como México, Chile, Bolívia, Equador, Guatemala, Venezuela, assim como do Quénia e Nigéria (África) e Índia (Ásia). As "crises globais" na economia, clima e na governação estarão em destaque nesta 8ª edição do Fórum Social Mundial, onde se aguarda a presença de cinco chefes de Estado - Venezuela, Equador, Paraguai e Bolívia, além do anfitrião brasileiro, Lula da Silva.


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