8.28.2008

Para Aquém...Do Polo Norte...



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Para Aquém...Do Polo Norte...


Canadá alarga jurisdição no Árctico



Disputa do Pólo Norte

O Canadá anunciou, hoje, que vai promover a sua soberania no Ártico, alargando de 100 para 200 milhas náuticas o seu domínio nestas águas geladas. O Governo diz que tem preocupações ambientais, pelo que vai aplicar as suas leis nesta matéria e investigar no esforço cartográfico.
(SIConline)


O primeiro-ministro, Stephen Harper, explicou que os navios que entrem nas 200 milhas de soberania canadiana devem contactar as autoridades obrigatoriamente, enquanto que até agora o faziam apenas voluntariamente."Trate-se da Passagem Norte-Oeste ou de riquezas naturais que possam estar nos fundos marinhos, há cada vez mais interesse dos países nas vias de navegação do Árctico canadiano", disse Harper para explicar a necessidade de fortalecer a soberania na região."Deixamos ao mundo uma mensagem clara: as nossas normas ambientais e a nossa soberania não serão postas em causa. Se estiverem no Árctico, devem respeitar as leis do Canadá", acrescentou.
Estas medidas foram anunciadas durante uma visita do chefe de Governo à região, mas a nova legislação ainda está a ser elaborada. O Governo prometeu gastar 100 milhões de dólares para cartografar a região nos próximos cinco anos. O Canadá considera que a Passagem Norte-Oeste faz parte do seu território, mas os EUA e outros países próximos do Pólo Norte contestam esta posição. Consideram que essa via marítima deve ser internacional, mas a corrida ao petróleo e gás que se avizinha com o progressivo degelo coloca outros problemas.
A questão da soberania do Árctico é uma das bandeiras de Harper, no momento em que se avizinham eleições no país.



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8.26.2008

Para Além De ...Todos Os Mistérios Conhecidos...

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Para Além De ...Todos Os Mistérios

...Conhecidos...


ENERGIA NEGRA


IMPORTANTE DESCOBERTA PARA A ASTROFÍSICA:

Maior aglomerado galáctico até agora observado
A Agência Espacial Europeia (ESA) anunciou hoje a descoberta do maior aglomerado galáctico até agora observado no universo distante. A descoberta, que pode provar a existência da energia escura, foi efectuada pelo observatório espacial europeu XMM-Newton.

Um aglomerado galáctico, também conhecido como aglomerado estelar aberto, é um sistema ou aglomerações de corpos celestes cuja forma é irregular e que engloba milhares de estrelas. O que foi agora descoberto, baptizado como “2XMM J083026+524133”, contém “uma massa equivalente a um milhar de grandes galáxias”, informa um comunicado da ESA. Foi descoberto quando o XMM-Newton, que tinha como missão obter um catálogo de fontes emissoras de raios-X (planetas, cometas, quasares, etc.) estava focado noutro objecto. O aglomerado chamou a atenção dos astrónomos porque apresentava uma mancha muito brilhante. Foi depois observado pelo telescópio do Arizona que confirmou tratar-se de um aglomerado galáctico com uma massa mil vezes superior à nossa galáxia, a Via Láctea. “A existência deste aglomerado confirma a existência de um elemento misterioso do nosso Universo, a energia negra”, responsável possível da aceleração da expansão do Universo, sublinha no comunicado da ESA Georg Lamer, do Instituto de Astrofísica de Potsdam, Alemanha. “Pensa-se que aglomerados de galáxias tão grandes sejam objectos raros no Universo distante”. “A sua presença só pode ser explicada pela existência da energia negra”, disse. Segundo os especialistas, a maior parte deste aglomerado, situado a 7,700 milhões de anos-luz da Terra, é formado por gases que atingem uma temperatura de 100 milhões de graus. A natureza da energia escura, ou energia negra, tem sido um dos grandes desafios da cosmologia, havendo diversas teorias para a tentar explicar. A dificuldade provém da necessidade da observação de objectos a distâncias muito distantes no Universo. Alguns modelos relacionam a energia escura com a matéria escura. O XMM-Newton (X-ray Multi-Mirror) foi colocado em órbita a 10 de Dezembro de 1999 por um foguete Ariane 5. É o maior equipamento científico construído para detectar raios-X no espaço.


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8.23.2008

Para Além...De Portugal...

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Para Além...De Portugal...


Paineis Solares Em Casa Novas




Painéis solares para todas as casas novas

A partir de 1 de Outubro os moradores de Marburg, na Alemanha, terão de instalar painéis solares nos edifícios novos ou naqueles que sofrerem obras de renovação.

Segundo a câmara de Marburg, os painéis solares servirão para aquecer água ou para a climatização da casa. Em comunicado, a autarquia explicou que “com este código, a cidade está a assumir um papel pioneiro na Alemanha”. Os incumpridores pagarão uma multa de mil euros. Os opositores a esta medida acusam a cidade de “ditadura ambiental”. Segundo os críticos, citados pelo New York Times, esta é uma violação aos direitos dos proprietários. O governo regional também questiona a legalidade da medida, reforçando que “este é um regulamento que foi mal construído”. Um autarca de Marburg respondeu às acusações, dizendo que “a medida inclui excepções” e sublinhou os problemas energéticos graves, nomeadamente com as casas antigas. As autoridades defendem que esta medida é necessária para proteger o clima e lembram que há grandes hipóteses de ter efeitos rápidos. Com os subsídios federais, a Alemanha é hoje o maior mercado para sistemas fotovoltaicos, que convertem a luz do sol em electricidade.






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8.15.2008

Para Aquém...Da Capacidade de Auto-Regeneração...


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Para Aquém...Da Capacidade de


Auto-Regeneração...



Zonas "mortas" dos oceanos estão a aumentar

As "zonas mortas" dos oceanos, com muito pouco oxigénio, estão a aumentar, revela um estudo, que aponta a existência de mais 400. A continuar este crescimento, deixará de haver no mar caranguejos, camarões ou peixes, alertam os cientistas.
As
"zonas mortas" dos oceanos, com muito pouco oxigénio, estão a aumentar, com consequências graves para a vida marinha, revelou um estudo
«Apercebemo-nos que a hipoxia (baixo teor de oxigénio nos tecidos orgânicos) não é um problema local mas um problema global que tem graves consequências para os ecossistemas», alertou o especialista Robert Diaz, do Instituto de Ciência Marinha da Virgínia, nos Estados Unidos.
«Está a tornar-se um problema de tal magnitude, que começa a afectar os recursos que retiramos do mar para nos alimentarmos», adiantou.
Robert Diaz e um outro investigador, Rutger Rosenberg, apontam, na edição desta sexta-feira da revista Science, a existência no mundo de mais de 400 “zonas mortas", o dobro das estimativas avançadas pelas Nações Unidas há dois anos.
De acordo com os dois cientistas, a continuar este crescimento, deixará de haver no mar caranguejos, camarões ou peixes, sendo que as novas zonas dos oceanos com muito pouco oxigénio têm sido detectadas na América do Sul, África e em parte da Ásia.
A principal causa do fenómeno reside nas algas, que privam outras vidas marinhas de oxigénio, embora os cientistas apontem o dedo também aos adubos químicos, aos despejos de esgotos e à queima de combustíveis fósseis.


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Para Além De ... Outras Alternativas...



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Para Além De ... Outras

.Alternativas...



Energia renovável
Argentina tem maior gerador éolico do mundo
Uma empresa mineira canadiana inaugurou, hoje, na Argentina, o gerador de energia eólica "mais alto do mundo", 4.200 metros acima do nível do mar, na cordilheira dos Andes, na fronteira com o Chile.

O gerador, da firma Barrick Gold, tem 60 metros de altura por 40 metros de largura e um hélice de 80 metros de diâmetro capaz de produzir até dois megawatts de electricidade em condições climatéricas extremas. A estrutura foi montada na mina Veladero, onde a empresa explora ouro e prata, e será posta à prova sob baixa pressão atmosférica e com rajadas de vento de mais de 200 quilómetros por hora. O seu mecanismo é accionado por computadores que enviam informação por cabos de fibra óptica para um centro instalado na mina ou para a sede do fabricante, na Alemanha, onde o gerador pode ser operado remotamente. A Barrick Gold adiantou que se trata de uma primeira experiência, com vista à instalação de "um dos maiores parques eólicos" do Chile, com 18 moinhos capazes de gerar 36 megawatts de electricidade num terreno de 150 hectares, na localiddae de Punta Colorada, na região de Coquimbo, sobre os Andes. (lusa_siconline)

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Em Fevereiro de 2005 foi publicada a seguinte notícia, sobre o então maior gerador deste tipo de energia _ na Alemanha:

"Esta semana foi inaugurado oficialmente o maior gerador eólico da actualidade, o REpower 5M, capaz de produzir uma potência de 5 MW. O gerador foi construído pela firma alemã RE Power Systems e é a concretização de um projecto financiado pela União Europeia e pelo estado alemão Schleswig-Hölstein. Trata-se de um gerador concebido para ser instalado no mar, em parques eólicos offshore, donde decorre que uma das suas principais características é ser capaz de funcionar em modo automático e com necessidades de manutenção ou intervenção humana relativamente baixas.O rotor tem um diâmetro de 126 m e pesa 120 toneladas sendo menos de metade deste peso devido às pás do hélice. Estas têm 61,5 m de comprimento e são feitas num material compósito (fibras de vidro e carbono agregadas por resinas sintéticas), muito leve e resistente. A torre onde o protótipo actual está instalado tem uma altura de 120 m mas quando este tipo de instalação for feita no mar a torre respectiva terá uma altura entre 90 e 100 m. O gerador entra em funcionamento logo que a velocidade média do vento ultrapassa o limiar de 3,5 m/s (12,6 km/h), atinge o pico de desempenho com ventos de 13 m/s (46,8 km/h) e é desactivado, por motivos de segurança, quando os ventos ultrapassam a velocidade de 25 m/s (90 km/h) (na versão marítima esse limite passa para 30 m/s ou seja 108 km/h).Quando o gerador está em operação as pás do rotor varrem uma área de 12469 m2 o que corresponde, aproximadamente, à área de dois campos de futebol.A energia produzida por um gerador deste tipo é suficiente para abastecer as necessidades médias de energia eléctrica de 4500 habitações na zona da Alemanha onde está instalado.A construção do protótipo foi financiada pela União Europeia que deverá também vir a suportar os custos da instalação, em 2006, de uma instalação experimental offshore, com dois geradores deste mesmo tipo, a 25 km da costa da Escócia, numa zona onde o mar tem uma profundidade de 44 m." -04/02/2005


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