12.06.2008

Para Além... De Leis Marciais...


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Para Além... De Leis Marciais...

...Nova Esperança...




Dalai Lama, líder espiritual do Tibete, reúne-se com Sarkozy:
Os seguidores do Dalai Lama consideram que a reunião prevista para este sábado entre o líder espiritual do Tibete e o chefe do Estado francês, Nicolas Sarkozy, representa um sinal "muito forte" para todos os tibetanos. (Lusa/siconline)
É a primeira vez que um presidente da França recebe publicamente o Dalai Lama", afirmou um dos seus representantes, Wangpo Bashi, em declarações à cadeia de rádio France Info. A reunião, prevista para Varsóvia, capital da Polónia, "será um sinal muito forte para os tibetanos, para nossos compatriotas que lutam (...) desde há muito tempo", sublinhou Bashi. Sarkozy e o Dalai Lama assistem, em Varsóvia, ao 25º aniversário da premiação de Lech Walesa com o Nobel da Paz. O representante do Dalai Lama adiantou que seu líder insistirá, na reunião com Sarkozy, na questão dos Direitos Humanos e sobre tudo o que se refira ao Tibet, onde vigora uma "lei marcial" imposta pelas autoridades chinesas. A decisão de Sarkozy em reunir-se com o Dalai Lama provocou uma reacção imediata de Pequim, que suspendeu a uma reunião com a União Europeia - da qual a França tem actualmente a presidência - que deveria ter acontecido a 01 de Dezembro, em Lyon.
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12.05.2008

Para Além... De sermos Iguais...


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Para Além... De Sermos Iguais...

..."Ser Diferente É Bom"...


Literatura infantil “Ser diferente é bom” nas livrarias este sábado.
A escritora Sónia Pessoa é a autora do livro infantil "Ser diferente é bom", o primeiro de uma colecção que aborda a diferença como "uma mais valia num mundo, onde a diversidade nos rodeia", afirmou a autora à Lusa. (Lusa/siconline)

A diversidade cultural e até a homossexualidade são temas focados neste primeiro livro que será apresentado dia 6 de Dezembro, na FNAC-Alfragide e que, de acordo com Sónia Pessoa, "nasceu da vontade de realizar um sonho e do desejo de mudar o mundo através das crianças". "Por isso, para mim escrever sobre a Maria que tem dois papás, o Pedro que tem um papá e uma mamã, ou um menino que veio da Roménia para um país que não conhece à procura de um futuro melhor, faz todo o sentido", afirmou. "Ser diferente é bom" é a primeira de algumas histórias que Sónia Pessoa escreveu sobre ser diferente. "O objectivo destas histórias, para além de encantar (porque não deixam de ser histórias também de encantar) é ensinar às nossas crianças e aos pais que cada vez mais vivemos num mundo onde a diversidade nos enriquece como seres humanos e devemos, por isso, respeitá-la". Entende a autora que, "mais importante do que ensinar-lhes que somos todos iguais, é ensinar-lhes que somos todos diferentes e só temos a ganhar com isso. São as diferenças que nos distinguem uns dos outros, e que nos ensinam que o outro não é melhor ou pior que eu, só diferente, e isso é bom". "Ensinar estes valores do amor, da verdade, da segurança ou da diferença, deve ser feito quando eles são crianças, pois é nessa altura que para eles ser branco, preto, amarelo ou vermelho não faz, na verdade, diferença nenhuma, desde que sejam amados como têm o direito de o ser", acrescentou.
O livro tem o prefácio da psicóloga Gabriela Moita. Sónia Pessoa nasceu no Porto, em 1969. Em 1988 ingressou na Escola Superior de Jornalismo onde tirou o Curso Superior de Comunicação Social. Foi técnica-operadora de rádio na Rádio Placard no Porto, mas a paixão pelas letras levaram-na num rumo diferente e, em 1991, integrou a equipa da redacção do Jornal Público, da mesma cidade. A paixão pela escrita esteve sempre presente na sua vida, mas só em 2005 cumpriu o desejo de escrever um livro "Ser diferente é bom", editada pela Papiro Editora, será apresentada a 06 de Dezembro na FNAC Alfragide e a 13 de Dezembro no Gaiashopping.


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12.04.2008

Para Além... "Desta" Poluição Sonora...

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Para Além... "Desta" Poluição
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Sonora...


...Ameaça Submarina...


Alerta das Nações Unidas:
Espécies submarinas ameaçadas pelo aumento da poluição sonora
O aumento da poluição sonora nos Oceanos, em parte causada por gases com efeito de estufa que aumentam a acidez da água, põe em risco a sobrevivência de espécies submarinas, alertou quarta-feira a Organização das Nações Unidas (ONU). Lusa/siconline)


O alerta foi deixado na abertura da Convenção Sobre as Espécies Migratórias, que decorre até sexta-feira, na sede da Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO), em Roma, Itália. Segundo os especialistas, o aumento da 'cacofonia marinha' originada pelo homem representa um grave problema para as espécies submarinas, sobretudo para os mamíferos, como as baleias, que comunicam através de sons. "O barulho submarino causado pelo homem já provocou uma espécie de nevoeiro acústico e uma cacofonia de som em muitas partes dos mares e oceanos do Mundo", alertou o director cientifico da Sociedade para a Preservação dos Golfinhos e Baleias, Mark Simmonds, em comunicado da FAO. Nesse sentido, o Programa da ONU para Ambiente (PNUMA), exigiu aos Governos e às indústrias que adoptem medidas para reduzir estes efeitos, como a utilização de motores mais silenciosos ou medidas mais restritivas no uso de testes sísmicos para prospecção de petróleo e gás. Os especialistas da ONU também lembram que os gases com efeito de estufa aumentam os níveis de acidez dos oceanos, o que, por sua vez, aumenta a velocidade de propagação dos sons na água, perturbando a comunicação de vários mamíferos marinhos. A menos que se reduzam as emissões poluentes, estimam, os níveis de acidez marinha podem chegar, em 2050, a um ponto em que o barulho dos navios chegue a distâncias 70 por cento maiores. Os cientistas vão propor aos 110 países signatários da Convenção que adoptem uma resolução para reduzir o impacto do barulho nos oceanos sobre as espécies mais vulneráveis


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12.01.2008

Para Além... Do Tratado De Quioto...



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Para Além... Do Tratado
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De Quioto...


Cimeira das Nações Unidas
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sobre as alterações climáticas



O tratado, que deve substituir o Protocolo de Quioto, será negociado por cerca de 185 países.
Arranca
hoje na Polónia a cimeira das Nações Unidas sobre as alterações climáticas. Representantes de mais de 180 países vão continuar as negociações sobre o tratado que vai subsituir o Protocolo de Quioto, depois de 2012.

O novo tratado para combater as alterações climáticas é o principal tema em cima da mesa. Cerca de 9 mil delegados de 185 países vão reunir-se na Polónia para a cimeira das Nações Unidas, durante 12 dias. No encontro, vão prosseguir as negociações sobre o documento que deve subsituir o Protocolo de Quioto. Mas como a administração de Barack Obama ainda não assumiu funções, a Comissão Europeia duvida que da reunião saia já um tratado conclusivo. Numa altura em que o mundo atravessa uma crise financeira, os custos de defender o planeta podem parecer ainda mais elevados para os dirigentes. Já os especialistas em clima consideram a actual situação económica uma oportunidade. Durante 12 dias de trabalho as Nações Unidas vão procurar definir as metas ambientais obrigatórias para depois de 2012. Reduzir o uso de combutíveis fósseis como o carvão e o petróleo, reciclar mteriais e obrigar as industrias a métodos de produção mais eficientes são algumas das medidas que os especialistas apontam como essenciais para tentar travar o aquecimento do planeta. Esta encontro na Polónia é mais um passo antes da realização da cimeira de Copenhaga, na Dinamarca, no próximo ano,deve ser assinado um acordo internacional pós-Quioto.
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11.28.2008

Para Além... De DIferendos Religiosos...



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Para Além... De Diferendos...


...religiões unem-se em nome
..
do clima...




Cimeira sobre Ambiente, na Suécia: religiões unem-se em nome do clima
Centenas de representantes de várias religiões do Mundo estão reunidos na Suécia para uma cimeira sobre as alterações climáticas.

A cimeira terá a duração de dois dias e reúne cristãos, muçulmanos, judeus, entre outros. O grupo pretende com o encontro encorajar o Mundo a cumprir os objectivos das políticas para o Ambiente, através de um manifesto.Segundo explica o corresponde da BBC, a falta de entusiasmo em alguns quadrantes religiosos nas questões do clima é um dos obstáculos a ultrapassar nesta cimeira."Muitos dos nossos círculos continuam a considerar este tema como periférico de segunda ordem. Isso tem de ser deslocado para a ordem do dia", declarou o Bispo anglicano de Londres, Richard Chartres.



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